O álbum da Copa de 2026 ficou maior e mais caro, e no Brasil completar a coleção pode passar de R$ 7,3 mil.
O torneio terá 48 seleções pela primeira vez, o que elevou o total para cerca de 980 figurinhas e fez desta a maior coleção já lançada pela Panini.
No Brasil, o pacote com 7 figurinhas custa R$ 7, e o álbum sai por R$ 24,90 na versão simples ou R$ 74,90 na capa dura.
No cenário sem repetidas, o gasto mínimo seria de R$ 1.004,90, mas a conta real costuma subir por causa das repetições.
Sem trocas, o valor pode chegar a R$ 7.362,90, o que deixa a coleção cerca de 51% mais cara que a da Copa de 2022.
Na pré-venda, não há compra avulsa de figurinhas, só pacotes fechados, o que dificulta controlar o gasto desde o início.
O álbum não chega ao mesmo tempo em todos os países e que isso pode até gerar “spoilers” sobre as seleções.
No Brasil, o lançamento ocorreu em 1º de maio, e a página da seleção chamou atenção por não trazer Neymar inicialmente, além de citar Rodrygo e Estevão, que depois ficaram fora.
Os valores também variam muito fora do Brasil.
No Reino Unido, o custo pode passar de R$ 13 mil; em Portugal, de R$ 15 mil; no México, ficar entre R$ 1.050 e R$ 1.750; na Austrália, superar R$ 1.800; no Japão, variar entre R$ 1.700 e R$ 2.700; e na Espanha, o mínimo teórico gira em torno de R$ 930.
Trocar figurinhas continua sendo o principal jeito de reduzir o custo e manter a tradição que acompanha a Copa há décadas.
Fonte: G1 / BBC












