Uso do biocombustível começou na década de 1930 e ganhou força após a crise do petróleo
A mistura de etanol na gasolina faz parte da política energética brasileira desde 1931, quando um decreto determinou a adição do biocombustível à gasolina importada. A medida buscava reduzir a dependência de combustíveis estrangeiros e fortalecer a produção nacional.
A estratégia ganhou novo impulso na década de 1970, durante a crise internacional do petróleo, com a criação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool). A iniciativa ampliou a produção de etanol, incentivou o desenvolvimento de veículos movidos a álcool e consolidou a mistura obrigatória na gasolina.
Em 1979, o Fiat 147 se tornou o primeiro carro produzido em série no Brasil capaz de rodar exclusivamente com etanol. Já a partir de 2003, os veículos flex impulsionaram novamente o consumo do biocombustível. Atualmente, eles representam a maior parte da frota nacional.
Em 2010, a denominação “álcool” foi oficialmente substituída por “etanol” nos postos de combustíveis, seguindo a padronização da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: G1
Imagens: Divulgação / Stellantis, Reprodução, Divulgação / GM












