Fenômeno pode chegar à fase mais intensa no último trimestre de 2026
O Super El Niño já está influenciando o clima no Brasil, mas ainda não atingiu o auge. Segundo a NOAA, o pico está previsto para o fim de 2026, com chance de o fenômeno se tornar o mais intenso desde o início dos registros, em 1950.
A estimativa é de 81% de probabilidade de o evento alcançar a categoria de “muito forte” no último trimestre deste ano. Se isso ocorrer, o aquecimento das águas do Oceano Pacífico pode passar de 3°C acima da média.
A NOAA também calcula que há 97% de chance de o fenômeno continuar afetando o clima até o primeiro semestre de 2027.
O texto informa que o pico de intensidade deve ocorrer entre outubro e dezembro de 2026, período em que o El Niño pode entrar na faixa de “muito forte”.
A análise mais recente da pluma de previsão, da Universidade de Columbia, reuniu 24 modelos climáticos e elevou a projeção do pico para cerca de 3,1°C, acima da estimativa anterior de 2,6°C.
Se esse cenário se confirmar, o fenômeno pode superar episódios históricos de 1982, 1997 e 2015, e ser o maior em 150 anos.
No Brasil, os efeitos já começam a aparecer. O texto aponta calor intenso no Norte e mudanças no regime de chuva no Sul do País.
Fonte: Bem Paraná
Imagens: NASA-el0nino












