Movimentação passa de 10 milhões de toneladas, com destaque para frango, bovinos, soja e açúcar
Os portos paranaenses movimentaram 10.256.915 toneladas entre janeiro e fevereiro deste ano, com crescimento nas cargas em contêineres e no embarque de soja em grão. A carne de frango foi o principal produto nos terminais: os embarques alcançaram 434.304 toneladas no bimestre, acima das 371.202 toneladas registradas no mesmo período de 2025.
Em fevereiro, o Paraná respondeu por 52% de todas as exportações de carne de frango do Brasil, com participação de 49,9% no acumulado do ano, o que mantém o porto como maior exportador de carnes do País e líder mundial na saída de frango. A carne bovina também avançou, passando de 89.711 toneladas nos dois primeiros meses de 2025 para 123.543 toneladas em 2026, com participação média de 29% em fevereiro e 28,6% no bimestre.
A soja em grão consolidou os portos paranaenses como segundo maior corredor de exportação do produto no País, com 17,5% da movimentação nacional em fevereiro e 29,4% no acumulado de 2026. O embarque de soja cresceu 16% em relação ao início de 2025, passando de 2,06 milhões para 2,4 milhões de toneladas, tendo como principais destinos China (80%), Vietnã (7,5%) e Iraque (6,1%).
Outro destaque do período foi o açúcar ensacado, que registrou alta de 81% nos embarques, saltando de 69.713 toneladas em 2025 para 125.875 toneladas em 2026. Somando açúcar ensacado e a granel, a movimentação do produto pelo Porto de Paranaguá chegou a 11% de toda a exportação nacional no primeiro bimestre, segunda maior participação do mercado brasileiro. Os óleos vegetais também cresceram, de 158.387 toneladas em 2025 para 258.166 toneladas neste ano, avanço de 75% em fevereiro e de 63% no bimestre.
Nas importações, os portos movimentaram 3.882.976 toneladas nos dois primeiros meses de 2026, com destaque para derivados de petróleo, como gasolina, GLP, nafta, óleo combustível e diesel, que somaram 681.050 toneladas. Já o recebimento de fertilizantes caiu 21% no período, influenciado pela valorização do dólar, por custos operacionais mais altos e pela menor oferta em alguns países produtores, embora o Porto de Paranaguá ainda responda por 29,7% do volume importado em fevereiro e por 25% no acumulado do ano.
Fonte: Agência Estadual de Notícias – Governo do Paraná












