O salário mínimo nacional passou a ser de R$ 1.621 em 2026, valor em vigor desde 1º de janeiro para trabalhadores com carteira assinada em todo o país.
O reajuste foi de R$ 103 em relação ao piso anterior, de R$ 1.518, representando um aumento de aproximadamente 6,79%.
O novo valor foi definido pelo Governo Federal com base na regra que considera a inflação acumulada até novembro e prevê ganho real limitado a 2,5%, conforme a política de valorização do salário mínimo.
Com o reajuste, o valor diário do piso nacional passou para R$ 54,04, enquanto a remuneração por hora ficou em R$ 7,37, considerando uma jornada mensal de 220 horas.
Sobre o salário mínimo incide apenas a contribuição de 7,5% ao INSS, enquanto os trabalhadores que recebem esse valor permanecem isentos do pagamento de Imposto de Renda.
Além da remuneração dos trabalhadores, o reajuste também impacta diversos benefícios sociais e trabalhistas vinculados ao piso nacional. Entre eles estão o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o abono salarial PIS/Pasep e programas sociais relacionados ao Cadastro Único (CadÚnico).
No caso do seguro-desemprego, nenhuma parcela pode ser inferior ao novo salário mínimo. Já o abono salarial passa a ter como valor máximo R$ 1.621, sendo pago de forma proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base.
O novo piso também serve como referência para contratos formais de trabalho e modalidades como o trabalho intermitente, influenciando os valores mínimos pagos por hora e por dia.
Para milhões de brasileiros, o reajuste representa um aumento direto na renda. Ao mesmo tempo, empresas, departamentos de recursos humanos e órgãos públicos precisam atualizar folhas de pagamento, benefícios e demais cálculos baseados no novo salário mínimo.
Fonte: Valor Econômico, g1 e outros veículos especializados
Imagens: Ilustrativa











